Não ignore: Os primeiros sinais da Doença de Parkinson que você precisa conhecer

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파킨슨병 초기 진단 기준 - **Prompt for Restless Sleep (REM Sleep Behavior Disorder):**
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Olá a todos, meus queridos leitores! Como andam as coisas por aí? Hoje quero conversar sobre um tema superimportante e que, muitas vezes, nos pega de surpresa: os sinais iniciais da Doença de Parkinson.

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Sabe, quando a gente pensa em Parkinson, logo vêm à mente aqueles tremores visíveis, certo? Mas o que muitos não sabem é que a doença costuma dar seus “primeiros recados” bem antes, com sintomas sutis que, se a gente aprender a identificar, podem fazer uma diferença gigante na qualidade de vida.

Acredite, eu mergulhei fundo nas pesquisas mais recentes e descobri coisas fascinantes sobre como a tecnologia e a ciência estão nos ajudando a desvendar esses mistérios cada vez mais cedo.

É um assunto que me tocou bastante, porque a detecção precoce é a nossa maior aliada para um controle eficaz e para vivermos da melhor forma possível, aproveitando cada momento.

Já pensou no impacto que isso pode ter na vida de alguém? É por isso que estou aqui hoje, para compartilhar com vocês tudo o que aprendi e desmistificar um pouco esse tema tão delicado.

Vamos descobrir juntos quais são esses primeiros sinais e como podemos estar mais atentos. Abaixo, vamos desvendar todos os detalhes!

As Noites Inquietas e o Sono Que Não Renova

Quando o Corpo Se Mexe Sozinho Durante o Sono

Ah, o sono! Para mim, não há nada como uma boa noite de descanso para recarregar as energias e enfrentar o dia seguinte com todo o gás. Mas imagine só quando esse descanso simplesmente não acontece, mesmo que você passe horas na cama.

Um dos sinais mais intrigantes e que pouca gente associa ao Parkinson é justamente o Distúrbio Comportamental do Sono REM (DCS-REM). Não é simplesmente ter um pesadelo e acordar assustado, não.

É muito mais do que isso. É como se o seu corpo estivesse vivendo o sonho de verdade: você chuta, soca, grita, cai da cama… É uma cena que pode ser bem assustadora para quem presencia e, para quem vive, pode passar despercebida por muito tempo, ou ser atribuída a um estresse comum do dia a dia.

Lembro-me de uma vez que minha avó, que sempre foi a pessoa mais calma dormindo, começou a contar que meu avô se debatia tanto à noite que ela mal conseguia dormir.

Na época, pensamos que era só a idade, mas hoje vejo que poderiam ser sinais para ficarmos atentos.

A Sensação de Cansaço que Não Passa, Mesmo Dormindo

Outra coisa que me chamou a atenção, e que ouvi de algumas pessoas, é aquela fadiga persistente, sabe? Você dorme oito, nove horas, faz tudo certinho, mas acorda como se tivesse corrido uma maratona.

É um cansaço que não é justificado, não melhora com o descanso e te acompanha durante o dia todo, afetando desde as tarefas mais simples até as que exigem um pouco mais de concentração.

Eu, particularmente, sempre fui uma pessoa com bastante energia, então se um dia eu começasse a sentir um cansaço assim, sem explicação, com certeza ligaria o alerta.

Muitas vezes, a gente associa isso ao estresse do trabalho ou a uma fase mais agitada da vida, o que é natural. Mas quando essa exaustão vira rotina e não cede, é importante conversar com um médico.

É o tipo de coisa que a gente precisa prestar atenção, pois pode ser o corpo dando um sinal de que algo não está funcionando como deveria.

A Voz Que Sussurra e a Escrita Que Diminui

A Caligrafia Que Encolhe Sem Perceber

Já parou para pensar em como a sua letra mudou ao longo dos anos? Eu, por exemplo, comecei escrevendo um “garranchinho” na escola e hoje tenho uma letra até que bonitinha.

Mas o que acontece se, de repente, sua escrita começar a diminuir de tamanho, de forma quase imperceptível, sem que você sequer note? Isso tem um nome: micrografia.

É um sinal supertípico do Parkinson e que muitas vezes passa batido. A pessoa começa a escrever as palavras cada vez menores, as linhas ficam apertadas e a letra, antes legível, vai virando um borrão miúdo.

É como se a caneta perdesse a força ou o espaço no papel não fosse suficiente. Lembro de um amigo do meu pai que era professor e sempre teve uma letra enorme no quadro.

De repente, ele começou a usar letras tão pequenas nas anotações que mal conseguíamos ler. Ele achava que era cansaço, mas depois descobrimos que era um dos primeiros indícios da doença.

A Voz Que Perde o Brilho e o Volume

E a voz? Aquela ferramenta poderosa que usamos para nos comunicar, expressar sentimentos, contar histórias… O que acontece quando ela começa a falhar, a ficar mais baixa, monótona, quase um sussurro?

Isso é a hipofonia, outro sinal precoce que merece nossa atenção. É como se as cordas vocais perdessem a capacidade de vibrar com força, e a pessoa acaba falando em um tom muito baixo, sem muita entonação, mesmo quando tenta projetar a voz.

Às vezes, as pessoas ao redor notam que “você está falando baixo demais” ou “quase não consigo te ouvir”, mas para a própria pessoa, pode não ser tão evidente.

Lembro de ter um vizinho que sempre foi super falante, mas com o tempo, a gente tinha que se inclinar para ouvir o que ele dizia, de tão baixa que a voz ficava.

É um sinal de que a comunicação está sendo afetada, e é um aspecto que impacta bastante a vida social.

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Perda do Olfato e Alterações no Paladar: Os Sentidos em Alerta

Quando o Cheiro da Comida Some

Para mim, um dos maiores prazeres da vida é sentir o cheirinho do café fresquinho pela manhã ou o aroma de um bolo assando. São coisas que nos trazem conforto, memórias e até abrem o apetite, não é?

Mas e se, de repente, esses cheiros começassem a desaparecer? A perda do olfato, ou anosmia, é um sintoma não-motor supercomum e muitas vezes um dos primeiríssimos sinais do Parkinson, aparecendo anos antes dos sintomas motores.

Não é uma perda total de um dia para o outro, mas sim uma diminuição gradual da capacidade de distinguir e identificar odores. Você pode não sentir o cheiro de uma flor, de um perfume ou, o que é mais preocupante, o cheiro de gás ou de fumaça.

É algo que muda a forma como experimentamos o mundo e, por ser tão sutil, pode ser facilmente ignorado ou atribuído a um resfriado persistente, o que é um engano.

O Sabor das Coisas Não é Mais o Mesmo

E o paladar? Junto com o olfato, eles formam uma dupla e tanto na hora de saborear uma boa refeição. Se o olfato começa a falhar, é natural que o paladar também seja afetado.

Muitas pessoas relatam uma mudança na percepção dos sabores, como se a comida ficasse sem graça, ou até mesmo um gosto estranho na boca que não passa.

Já pensou em comer aquele prato delicioso que você tanto gosta, mas ele simplesmente não ter mais o mesmo sabor? É frustrante! Esses são sinais do nosso corpo que, por serem tão subjetivos e fáceis de confundir com outras coisas, acabam não sendo valorizados no início.

Mas se você percebe que a sua relação com os cheiros e os sabores mudou, e não consegue encontrar uma explicação óbvia para isso, vale a pena investigar.

Rigidez e Lentidão: Quando o Corpo Trava

A Dificuldade em Realizar Movimentos Simples

Sabe aquela facilidade que a gente tem para abotoar uma camisa, amarrar os sapatos ou cortar a comida no prato? Coisas que fazemos no automático, sem pensar.

Um dos sinais mais clássicos e que começa de forma bem discreta no Parkinson é a bradicinesia, que é a lentidão dos movimentos. As tarefas que antes eram rápidas e fluidas começam a levar mais tempo, exigem um esforço maior e parecem exigir mais concentração.

É como se o corpo estivesse sempre em câmera lenta. E não é só a lentidão, a amplitude do movimento também diminui. Por exemplo, ao caminhar, a pessoa pode arrastar os pés ou dar passos muito curtos.

No começo, a gente pode pensar que é só preguiça, falta de energia ou “coisa da idade”. Mas quando essa lentidão se torna persistente e afeta a qualidade de vida, é um grande sinal de alerta.

Lembro da minha tia que começou a levar um tempão para descascar uma laranja, algo que ela fazia em segundos antes.

Sentindo o Corpo “Duro” e Pouco Flexível

E a rigidez? Já sentiu seu corpo “duro” ou menos flexível do que o normal, como se os músculos estivessem tensos o tempo todo? A rigidez muscular é outro sintoma motor que pode aparecer bem no início do Parkinson.

Diferente da rigidez que sentimos depois de um exercício intenso ou de dormir em uma posição ruim, essa rigidez é persistente e afeta a amplitude dos movimentos.

Pode ser percebida como uma dificuldade em girar o tronco, em esticar um braço completamente ou em movimentar os membros de forma livre. Imagine a sensação de estar sempre com uma armadura, dificultando cada movimento.

Eu, que amo alongar e me sinto super bem depois, ficaria bem preocupada se meu corpo simplesmente se recusasse a ceder, a ser flexível, sem uma razão aparente.

Essa rigidez pode causar dores e desconforto, e muitas vezes é confundida com artrite ou outros problemas ortopédicos, adiando o diagnóstico correto.

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Postura Curvada e Perda de Equilíbrio: Pequenos Desafios Diários

O Início de uma Postura Mais Encurvada

Já notou alguém que, com o tempo, começa a andar um pouco mais curvado, como se estivesse carregando um peso nas costas? A alteração na postura é um sinal bem sutil, mas importante.

No Parkinson, é comum o desenvolvimento de uma postura que chamamos de cifose, onde o tronco se curva para frente, e os ombros tendem a se arredondar.

A cabeça pode também se projetar para frente, dando a impressão de que a pessoa está sempre olhando para o chão. No começo, isso pode ser atribuído a maus hábitos posturais ou até a um cansaço prolongado.

Mas, na verdade, essa mudança é resultado da rigidez muscular e da perda de reflexos posturais, que tornam difícil para o corpo manter uma posição ereta sem esforço.

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É como se a gravidade estivesse puxando mais forte.

Pequenos Desequilíbrios Que Preocupam

E as quedas? Ou, antes das quedas, aqueles pequenos desequilíbrios que nos pegam de surpresa? A perda dos reflexos posturais é um sinal importante.

Imagine que você está andando e, de repente, tropeça em algo pequeno, ou alguém te dá um leve empurrão. A reação natural do corpo é tentar se reequilibrar para não cair.

No Parkinson, essa capacidade de ajuste rápido pode estar comprometida. A pessoa pode sentir uma instabilidade ao virar rapidamente, ao se levantar de uma cadeira ou até mesmo ao caminhar em superfícies irregulares.

Minha mãe, que sempre foi super ágil, começou a reclamar que “quase caía” ao subir uma calçada um pouco mais alta. Na época, ela brincava dizendo que era a idade, mas hoje percebo que esses “quases” podem ser alertas importantes para investigar.

A Expressão Facial Que Se Esconde e a Boca Seca

A Face “Sem Expressão”

Uma das coisas mais bonitas na interação humana é a nossa capacidade de expressar emoções pelo rosto, não é? Um sorriso, um franzir de testa, um olhar de surpresa…

tudo isso comunica muito. Mas imagine se o seu rosto começasse a perder essa capacidade, ficando com uma expressão mais fixa, quase como uma máscara? Isso é o que chamamos de hipomimia, e é um sinal bem comum e precoce do Parkinson.

Não significa que a pessoa não sinta emoções, mas sim que a musculatura facial está mais rígida e lenta, dificultando a manifestação dessas emoções no rosto.

Às vezes, amigos e familiares podem notar que a pessoa parece “distante”, “triste” ou “sem interesse”, quando na verdade ela só tem dificuldade em expressar o que sente.

Já percebi em algumas pessoas mais idosas que essa “máscara” facial era algo que intrigava, e hoje sei que pode ser um alerta.

A Sensação Constante de Boca Seca

Você já sentiu aquela boca seca que não passa, mesmo bebendo bastante água? A xerostomia, ou boca seca crônica, é um sintoma não-motor que também pode estar associado ao Parkinson.

Não é apenas a sede normal, mas uma sensação persistente de que a boca está ressecada, o que pode dificultar a fala, a mastigação e até mesmo a deglutição.

Além de ser desconfortável, a boca seca pode levar a problemas dentários e gengivais se não for cuidada. É um daqueles sinais que, isoladamente, podem não parecer muito, mas que, quando combinados com outros, começam a formar um quadro que merece atenção.

Eu, que adoro um suco de laranja bem gelado, ficaria superchateada se a minha boca estivesse sempre seca e a ponto de me atrapalhar.

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A Constipação Persistente: Um Alerta do Nosso Intestino

Quando o Ritmo Intestinal Muda Drasticamente

Falar de intestino pode não ser o assunto mais glamouroso, mas a verdade é que o nosso sistema digestório diz muito sobre a nossa saúde geral, não é mesmo?

E no caso do Parkinson, a constipação persistente é um sintoma não-motor que pode aparecer anos, ou até décadas, antes dos primeiros tremores. Não é uma prisão de ventre ocasional, mas uma dificuldade crônica para ir ao banheiro, com evacuações infrequentes e fezes ressecadas.

É como se o trânsito intestinal ficasse mais lento e desregulado. Eu mesma já tive problemas com o intestino e sei o quanto isso impacta o nosso bem-estar, então se essa mudança se tornasse uma constante sem uma causa óbvia (como mudanças na dieta ou medicamentos), com certeza me faria investigar.

A Importância de Prestar Atenção aos Sinais Digestivos

Muitas vezes, a gente ignora esses sinais digestivos, atribuindo-os à alimentação, ao estresse ou à falta de água. E, de fato, esses fatores podem influenciar.

No entanto, quando a constipação se torna um padrão persistente e não responde às medidas habituais, é fundamental conversar com um médico. O intestino é considerado o “segundo cérebro” por muitos pesquisadores, e evidências recentes sugerem que a doença de Parkinson pode até ter origem no trato gastrointestinal, com o acúmulo de uma proteína chamada alfa-sinucleína.

Por isso, ficar atento ao que o nosso intestino está tentando nos dizer é crucial. É um sinal do corpo que muitas vezes é deixado de lado, mas que pode ser um dos mais antigos indicadores de que algo está em desequilíbrio.

Tabela de Sinais Precoces do Parkinson e Outras Causas Comuns

Sinal Precoce Comum do Parkinson Possíveis Causas Adicionais Diferenciação (O que Observar)
Distúrbio Comportamental do Sono REM (DCS-REM) Apneia do sono, estresse, efeitos de medicamentos. Movimentos violentos, gritos, quedas da cama, sonhos vívidos e agidos; não é apenas um pesadelo.
Perda do Olfato (Anosmia) Resfriado, gripe, alergias, idade, sinusite crônica. Persistente, sem causa aparente, não melhora após doenças respiratórias, afeta a percepção de múltiplos odores.
Constipação Persistente Dieta pobre em fibras, desidratação, sedentarismo, certos medicamentos. Crônica, sem melhora com mudanças de dieta/estilo de vida, aparece anos antes de outros sintomas.
Dor e Rigidez no Ombro/Pescoço Artrite, lesões musculares, má postura, estresse. Unilateral no início, persistente, acompanhada de lentidão de movimentos no mesmo lado.
Voz Baixa e Monótona (Hipofonia) Cansaço, problemas de cordas vocais, timidez. Dificuldade em projetar a voz, perda de entonação, as pessoas pedem para repetir.
Micrografia (Escrita Que Encolhe) Cansaço, má visão, uso de canetas inadequadas. Letra progressivamente menor, espaçamento apertado entre as palavras, especialmente ao final de frases.
Fadiga Inexplicável Estresse, ansiedade, depressão, anemia, má alimentação. Cansaço extremo que não melhora com o descanso, persistente, não justificado por atividades físicas.
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Mudanças no Humor e na Disposição: Além do Físico

A Sombra da Depressão e Ansiedade Que Não Passa

Não é segredo para ninguém que a nossa mente e o nosso corpo estão intimamente ligados. E no caso do Parkinson, as mudanças no humor são sinais que muitas vezes surgem bem antes dos sintomas motores.

Sentir-se triste, desanimado, sem vontade de fazer as coisas que antes te davam prazer… isso pode ser depressão. E a ansiedade, aquela preocupação excessiva, a sensação de que algo ruim vai acontecer, um nervosismo constante.

Muitas pessoas que acabam sendo diagnosticadas com Parkinson relatam que passaram por períodos de depressão e ansiedade anos antes. E não é uma depressão qualquer, é uma que não responde facilmente aos tratamentos habituais e parece ser mais profunda, mais persistente.

Lembro de uma amiga que sempre foi a alegria em pessoa, mas começou a ter episódios de tristeza profunda, sem motivo aparente, e uma ansiedade que a impedia de sair de casa.

Por muito tempo, focamos apenas no tratamento psicológico, mas hoje sei que deveríamos ter investigado mais a fundo outras possibilidades.

A Apatia e a Falta de Motivação Inesperada

Junto com a depressão e a ansiedade, a apatia é um sintoma não-motor que também merece nossa atenção. É aquela falta de interesse pelas coisas, uma diminuição na motivação para iniciar ou continuar atividades, mesmo as mais simples.

É como se a “chama” interna se apagasse um pouco. A pessoa pode parecer desinteressada, passiva, o que muitas vezes é confundido com preguiça ou falta de vontade.

É diferente da depressão porque na apatia a pessoa pode não sentir tristeza intensa, mas sim uma ausência de emoção e de drive. Eu, que sou movida a desafios e adoro criar coisas novas, ficaria muito intrigada se, de repente, perdesse todo o meu ânimo e entusiasmo por projetos que antes me apaixonariam.

Esses sintomas psiquiátricos são frequentemente subestimados e podem afetar significativamente a qualidade de vida, tanto da pessoa quanto de seus familiares, antes mesmo que os sintomas motores se manifestem.

글을마치며

Meus queridos, chegamos ao fim de mais uma conversa importantíssima aqui no nosso blog. Espero, de coração, que este post sobre os sinais precoces do Parkinson tenha sido útil para você. Lembrem-se sempre: o conhecimento é a nossa maior ferramenta. Ficar atento ao seu corpo, às pequenas mudanças, e não ter medo de buscar ajuda profissional é o primeiro passo para uma vida mais plena e saudável. Não se culpem por não ter percebido algo antes, o importante é o que fazemos a partir de agora! Cuidar da gente é um ato de amor, e estar informado nos empodera para agir com sabedoria. Vamos juntos nessa jornada de cuidado e descoberta, sempre com um olhar atento e um coração aberto para o que o nosso corpo tenta nos dizer.

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1. Atenção aos detalhes persistentes: Não ignore sinais que se repetem ou que parecem “fora do normal” para você. Um sono agitado, uma perda de olfato que não passa, ou uma constipação crônica podem ser mais do que simples incômodos passageiros. Anote o que você sente, a frequência e a intensidade com que esses sintomas aparecem. Esse histórico pessoal detalhado pode ser uma peça fundamental para o seu médico na hora de traçar um diagnóstico. Pense nisso como um diário da sua saúde, onde cada observação pode ser um indicativo importante para desvendar o que se passa dentro de você. Eu, por exemplo, comecei a prestar mais atenção aos meus próprios padrões depois de mergulhar a fundo nesse tema, e confesso que a gente aprende muito sobre nós mesmos quando faz esse exercício de autoconsciência e cuidado essencial.

2. Busque opinião médica especializada sem demora: Se você ou alguém próximo identificar alguns desses sinais que conversamos, não hesite, por favor, em procurar um neurologista. Um diagnóstico precoce, feito por um profissional qualificado, é crucial para iniciar o tratamento adequado o mais cedo possível e, assim, gerenciar melhor a progressão da doença, mantendo uma excelente qualidade de vida. Lembre-se: não se automedique nem procure diagnósticos definitivos na internet; a consulta e avaliação com um profissional de saúde são insubstituíveis. Explique todos os seus sintomas, mesmo aqueles que parecem insignificantes ou desconexos, e seja o mais detalhista possível. Ele saberá fazer as perguntas certas, pedir os exames necessários e te orientar da melhor forma. É um investimento na sua saúde e tranquilidade que vale cada minuto.

3. Adote um estilo de vida ativo e saudável como rotina: Embora não exista uma cura definitiva para o Parkinson, manter uma dieta equilibrada e nutritiva, rica em antioxidantes (frutas, vegetais, grãos integrais), praticar exercícios físicos regularmente (especialmente atividades aeróbicas, de equilíbrio e flexibilidade como ioga ou tai chi) e ter uma boa higiene do sono (dormir em um ambiente escuro, sem barulho e em horários regulares) podem ajudar imensamente na qualidade de vida e, em alguns casos, até mesmo retardar a progressão de alguns sintomas. Converse com um nutricionista e um educador físico para criar um plano que se ajuste perfeitamente às suas necessidades e ao seu ritmo. Não é preciso virar um atleta da noite para o dia, mas integrar movimentos e escolhas saudáveis no seu dia a dia faz toda a diferença para o corpo e para a mente. Meu avô sempre disse que “prevenir é melhor que remediar”, e eu levo isso a sério, principalmente quando o assunto é saúde do cérebro.

4. O papel da família e amigos é fundamental na observação: Muitas vezes, quem está de fora, convivendo conosco diariamente, percebe as pequenas mudanças e nuances antes da própria pessoa afetada. Incentive seus entes queridos a observarem com carinho e a expressarem suas preocupações de forma gentil e solidária. O apoio emocional, a escuta ativa e a observação atenta de pessoas próximas são um pilar importantíssimo na jornada de quem pode estar enfrentando os primeiros sinais do Parkinson. Um comentário carinhoso como “você está falando um pouco mais baixo do que o normal, percebeu?” ou “notei que você está um pouco mais lento para caminhar” pode abrir a porta para uma investigação médica que pode mudar tudo para melhor. Não subestime o poder de um olhar atento e um coração amigo, eles podem ser os primeiros a soar o alarme e oferecer o apoio necessário.

5. Mantenha-se informado e cultive o otimismo sempre: A pesquisa científica sobre o Parkinson avança a passos largos a cada dia, trazendo novas esperanças e possibilidades. Novas terapias, medicamentos mais eficazes e abordagens inovadoras estão sempre surgindo, e estar atualizado sobre essas novidades é essencial para lidar com a doença, caso ela seja diagnosticada. Participe de grupos de apoio, leia sobre o tema em fontes confiáveis (universidades, instituições de pesquisa, associações médicas) e converse abertamente com seu médico sobre as últimas descobertas. O otimismo, aliado à informação de qualidade, pode ser um grande aliado para enfrentar os desafios que surgirem. Lembre-se que cada dia é uma nova oportunidade para aprender, para buscar o melhor para a sua saúde e para viver com a maior plenitude possível. Acreditar no futuro é fundamental.

중요 사항 정리

Em resumo, os sinais precoces da Doença de Parkinson são frequentemente sutis e, muitas vezes, não-motores, manifestando-se como distúrbios do sono (especialmente o Distúrbio Comportamental do Sono REM), perda progressiva do olfato, constipação persistente, alterações na voz (ficando mais baixa e monótona) e na escrita (micrografia), além de mudanças no humor como depressão e ansiedade. A rigidez e lentidão nos movimentos, apesar de motores, também podem ser alertas iniciais. A chave para um bom prognóstico é a atenção contínua e detalhada ao seu corpo, à persistência e à progressão desses sintomas. Não hesite em procurar avaliação médica especializada, preferencialmente com um neurologista, pois a detecção precoce é o caminho mais eficaz para um manejo adequado, a implementação de terapias que visam retardar a progressão e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida. Seu bem-estar é prioridade, e estar proativo em relação à sua saúde faz toda a diferença no longo prazo.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Para além dos tremores, quais são aqueles sinais mais discretos da Doença de Parkinson que a gente deveria observar?

R: Ah, essa é uma pergunta que adoro abordar, porque a verdade é que o Parkinson não aparece de repente com tremores fortes em todo mundo. Pelo contrário!
Muitas vezes, os primeiros “avisos” são bem mais sutis e não motores, ou seja, não têm nada a ver com movimento. Por exemplo, já ouviu falar em perder o olfato?
Pois é, ter dificuldades para sentir o cheiro das flores, do café ou até daquele perfume que você adora pode ser um sinal precoce. Outra coisa que me chamou a atenção nas minhas pesquisas e nas conversas com especialistas é a questão do sono.
Se você ou alguém próximo tem sonhos muito vívidos, age fisicamente durante o sono, como chutar, socar ou gritar – o que chamamos de Transtorno Comportamental do Sono REM – é algo para ficar de olho.
E a constipação crônica, aquela dificuldade frequente para ir ao banheiro, também pode ser um indicativo, aparecendo anos antes de qualquer sintoma motor.
Mudanças de humor, como uma depressão ou ansiedade sem motivo aparente, também são relatadas. Em termos de movimento, mas ainda de forma discreta, observe se a caligrafia ficou menor e mais apertada (micrografia), se a voz está mais baixa ou monótona, ou se você sente uma rigidez ou lentidão geral que antes não sentia.
É como se o corpo estivesse um pouco “enferrujado” ao iniciar alguns movimentos. Na minha experiência, o segredo é prestar atenção a essas pequenas mudanças que persistem e não têm uma explicação óbvia.

P: Se eu ou alguém da minha família começar a desconfiar de alguns desses sinais, como é feito o diagnóstico precoce da Doença de Parkinson aqui em Portugal? Existe algum teste específico?

R: Essa é uma preocupação super válida e real, e a resposta é que, infelizmente, não existe um único “teste mágico” para diagnosticar o Parkinson precocemente.
O que temos, e que funciona muito bem quando se tem um bom profissional, é o que chamamos de diagnóstico clínico. Ou seja, a chave está em procurar um médico neurologista.
Ele vai conversar contigo, fazer uma série de perguntas detalhadas sobre todos os teus sintomas, desde os motores até aqueles que mencionei na pergunta anterior – o olfato, o sono, o intestino, o humor.
Essa conversa é super importante, então vá preparado para descrever tudo o que sente, por mais insignificante que pareça. Depois, o neurologista fará um exame físico e neurológico minucioso, observando seus reflexos, equilíbrio, coordenação, a forma como anda e até a expressão facial.
Em alguns casos, podem ser solicitados exames de imagem, como uma ressonância magnética do cérebro, mas geralmente é para excluir outras condições que possam ter sintomas semelhantes, e não para confirmar o Parkinson.
O diagnóstico da Doença de Parkinson é feito pela avaliação cuidadosa de todos os sinais e sintomas que apresentas e pela resposta aos medicamentos específicos para a doença.
É um processo que exige experiência e atenção, por isso a escolha de um bom especialista é fundamental.

P: Ok, entendi. Mas o que eu posso fazer na prática se eu ou alguém próximo começar a notar esses sinais? Qual é o próximo passo mais importante?

R: A minha dica de ouro, e que realmente faz toda a diferença, é não adiar! O passo mais importante e imediato é procurar um médico, de preferência um neurologista, o mais rápido possível.
Eu sei que a gente tem uma tendência a pensar “Ah, deve ser cansaço”, ou “Isso passa”, mas quando se trata da saúde, e principalmente de algo como o Parkinson, cada dia conta.
O que eu sugiro é que, antes da consulta, você comece a anotar tudo o que percebe. Tenha um pequeno “diário de sintomas”: registre o dia, a hora, o que aconteceu (por exemplo, “dificuldade para amarrar os sapatos”, “senti o cheiro do almoço muito fraco”, “tive um pesadelo onde eu chutava”), e como você se sentiu.
Esses detalhes, por mais simples que pareçam, são um tesouro de informações para o neurologista e vão ajudá-lo a ter um panorama muito mais claro. Lembre-se, a detecção precoce é a nossa maior aliada.
Quanto antes a doença for identificada, mais cedo se pode iniciar um plano de manejo, que pode incluir medicamentos, fisioterapia, terapia ocupacional e outros tratamentos que visam melhorar muito a qualidade de vida e retardar a progressão dos sintomas.
Não tenha medo de procurar ajuda; o conhecimento é poder e a ação é o caminho para o bem-estar!

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